
rei da Macedônia e conquistador do Império Persa Aquemênida (356–323 a.C.)
No JudgeMarket, Alexandre, o Grande, é negociado na camada superior dos nomes militares, consistentemente um dos conquistadores de preço mais alto que o mercado tocará. A avaliação se constrói sobre a escassez: invicto em batalha, um império da Grécia ao Indo aos trinta anos, e um múltiplo de difusão helenística que remodelou três continentes por séculos. O teto é contido apenas pela brevidade de seu reinado e pela velocidade com que seu império se fragmentou — o mercado precifica a genialidade de campanha, mas desconta o legado institucional. Em comparação com Júlio César, negociado na mesma faixa por uma produção política e literária mais densa, Alexandre carrega mais beta de guerra pura. Napoleão Bonaparte convida à comparação direta e normalmente é precificado mais baixo — mais derrotas, final pior, legado jurídico misto. Gengis Khan o iguala em escala de conquista, mas carrega o desconto da destruição. A volatilidade é baixa: Alexandre é um ativo de referência para excelência militar, raramente reavaliado em qualquer direção.
Alexandre III da Macedônia (português brasileiro) ou Macedónia (português europeu), comumente conhecido como Alexandre, o Grande ou Alexandre Magno, foi rei (basileu) do reino grego antigo da Macedônia e um membro da dinastia argéada. Nascido em Pela em 356 a.C., o jovem príncipe sucedeu a seu pai, o rei Filipe II, no trono com vinte anos de idade. Ele passou a maior parte de seus anos no poder em uma série de campanhas militares sem precedentes através da Ásia e nordeste da África. Até os trinta anos havia criado um dos maiores impérios do mundo antigo, que se estendia da Grécia para o Egito e ao noroeste da Índia. Morreu invicto em batalhas e é considerado um dos comandantes militares mais bem-sucedidos da história.